DIRETAS JÁ!

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domingo, 26 de dezembro de 2010

AFINAL, O QUE VOCÊ FEZ?

Em uma mensagem de natal, que virou música, John Lennon
lembra que o natal chegou e pergunta: “O QUE VOCÊ FEZ?”


Este ano completou-se 30 anos do dia em que, como falou Milton Nascimento, “... um simples canalha matou um rei”. Nada, ninguém, poderia ter feito a bala parar.


E assim é a nossa vida: as balas que atiramos não voltaram e nem voltarão.
Por isso é que John Lennon perguntava o que se tinha feito!


Como não dá para parar as balas atiradas, por que não lembrar delas
e refletir se foi realmente necessário atirá-las?


Mas, não façamos estardalhaços. Nada de promessas mirabolantes, planos revolucionários ou mesmo ações grandiosas que muito provavelmente não conseguiremos por em prática.


Sugerimos apenas que no próximo ano não mais atiremos as mesmas balas desnecessárias, pois claro está que uma vez atiradas elas não retornam para a arma de quem as atirou.


O natal é sim um grande símbolo. Sempre penso em simbologias por estes dias, pois cada um de nós relaciona o natal a alguma coisa bem particular e não só ao fato de que este dia é o do aniversário de Jesus Cristo.


Confesso que no passado não gostava do Natal por relacioná-lo a coisas ruins que aconteceram em minha vida – tinha lá meus motivos. Mas, hoje é bem diferente. Relaciono o Natal a coisas boas.
O Natal, hoje, é tudo aquilo que posso fazer de bom para as pessoas que amo e tudo aquilo que elas fazem de bom para mim.


É isso, então, que desejo para vocês todos – que seu natal possa ser relacionado a coisas maravilhosas.


Gostaria de deixar para todos nós uma frase de uma das músicas
que meus verdadeiros heróis (The Beatles) fizeram: “E no final, o amor que você receb e e do mesmo tamanho do amor que você deu”.


Feliz Natal (oh, oh, oh) e muitas coisas boas em 2011.

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ÚLTIMO ARTIGO PUBLICADO

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Este foi um dos últimos artigos que publiquei: “SOMOS TODOS UM BANDO DE ARAMIS". Neste artigo analiso porque somos avessos à consolidação de nossa democracia. Discuto a contradição de praticarmos procedimentos democráticos enquanto cevamos um ancestral saudosismo de nosso passado ditatorial. Sugiro refletirmos sobre o paradoxo de parte da sociedade usar a liberdade de expressão para pedir um regime que pode acabar com ela. http://www.paraibaonline.com.br/colunista/santos/9920-somos-todos-um-bando-de-aramis---parte-i.html

OBRAS DE ARTE EM FORMA DE VINIL

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Este é o primeiro disco do Pink Floyd. Já começou assim mesmo: psicodelizado, distorcido, viajadão, cheio de efeitos! É daqueles discos para ouvir vez por outra acompanhado de algo que te dê alguma distorção mental. Aliás, o Floyd começou muito bom, esteve uma época fantástico, e terminou bom! Neste disco temos Syd Barret com Roger Waters, Rick Wright e Nicky Mason, sem David Gilmour, ainda.

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