DIRETAS JÁ!

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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Militares vítimas da ditadura serão ouvidos pela CNV e CEV-RJ.



Militares vítimas da ditadura e seus familiares serão ouvidos em sessão pública da CNV e CEV-Rio de Janeiro.
Sessões ocorrem em 12 e 13 de agosto. Numa delas, ex-militar revelará como era a repressão na base aérea do Galeão



Nos próximos dias 12 e 13 de agosto, a Comissão Nacional da Verdade e a Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro realizarão a segunda sessão pública para tomada de depoimentos de militares vítimas da ditadura. Pela primeira vez, a pedido das vítimas, uma parte da sessão será exclusiva para ouvir filhos de militares perseguidos pela repressão. Os depoimentos serão colhidos no auditório da Caarj, no centro do Rio de Janeiro, e serão transmitidos ao vivo pela CNV pela internet: http://www.twitcasting.tv/CNV_Brasil



Na manhã do dia 12, um dos depoentes será o advogado José Bezerra da Silva. Ele já prestou este depoimento à Comissão Nacional da Verdade em maio (assista aqui), no qual denunciou graves violações de Direitos Humanos ocorridas na base aérea do Galeão, um dos centros de tortura da ditadura no Rio de Janeiro. No novo depoimento de Bezerra serão apresentados mais detalhes, inclusive um croqui de como era o local no auge da repressão, na década de 60, preparado pela Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro a partir de informações prestadas pelo advogado. Neste bloco também depõe Belmiro Demétrio, que foi expulso da Aeronáutica por ser brizolista.



Na tarde do dia 12, pela primeira vez nas investigações do grupo de trabalho "Perseguição a militares" haverá um bloco inteiro dedicado a ouvir filhos de militares perseguidos pela Ditadura, que prestarão informações sobre como a repressão atingiu seus parentes, mas também sobre como a perseguição causou impactos nas famílias das vítimas. No dia 13 o foco será ouvir representantes de movimentos de luta pela Anistia. Quatro marinheiros perseguidos pela ditadura que integram os quadros da Umna (Unidade de Mobilização Nacional Pela Anistia), movimento que lutou pela redemocratização do país e hoje luta pela Anistia para os militares perseguidos serão ouvidos.



Também serão ouvidos o presidente em exercício da Associação Democrática e Nacionalista dos Militares (Adnam), comandante Ribamar Torreão. A Adnam foi criada no Rio de Janeiro pelo brigadeiro Rui Moreira Lima, herói da segunda guerra mundial perseguido pela ditadura por ter se recusado a integrar o golpe. O órgão participou ativamente da redemocratização do Brasil e luta pela anistia de militares perseguidos. O último depoimento será do Coronel Lourival Moreira, militar perseguido por defender a legalidade democrática em 1964.



Serviço:



O quê: Segunda sessão pública para depoimentos de militares vítimas da ditadura
Quando: Dias 12 e 13 de agosto de 2013



Horários:
Dia 12: primeiro bloco, 10h; segundo bloco, 14h
Dia 13: primeiro bloco, 9h30; segundo bloco, 14h



Onde: Auditório da Caarj
Endereço: Av. Marechal Câmara, 210, 6º andar - Castelo - Rio de Janeiro - RJ



Transmissão ao vivo: http://www.twitcasting.tv/CNV_Brasil


quinta-feira, 1 de agosto de 2013






COMISSÃO ESTADUAL DA VERDADE E DA PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA DO ESTADO DA PARAÍBA



A Comissão Estadual da Verdade e da Preservação da Memória do Estado da Paraíba tem a honra de convidá-lo(a) para as audiências públicas a serem realizadas no dia 06 de agosto do corrente ano, às 9h e às 14h,  no  Auditório Centro de Extensão José Farias Nóbrega, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), situado à Rua Aprígio Veloso, nº 882, Bodocongó, Campina Grande, Paraíba.


Na ocasião, prestarão depoimentos as torturadas e os torturados em granjas privadas de Campina Grande:

Maura Pires Ramos
Josélia Wellen
Jorge de Aguiar Leite
João Crisóstomo Moreira Dantas                                                                    


Visite nosso site: http://www.cev.pb.gov.br/



ÚLTIMO ARTIGO PUBLICADO

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Este foi um dos últimos artigos que publiquei: “SOMOS TODOS UM BANDO DE ARAMIS". Neste artigo analiso porque somos avessos à consolidação de nossa democracia. Discuto a contradição de praticarmos procedimentos democráticos enquanto cevamos um ancestral saudosismo de nosso passado ditatorial. Sugiro refletirmos sobre o paradoxo de parte da sociedade usar a liberdade de expressão para pedir um regime que pode acabar com ela. http://www.paraibaonline.com.br/colunista/santos/9920-somos-todos-um-bando-de-aramis---parte-i.html

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