Gostaria de iniciar fazendo algumas breves recomendações para aqueles que me honrarão acessando este Blog.
Sem querer entrar em detalhes sobre a minha pessoa, mesmo porque nunca soube bem legislar em causa própria, e como a partir de agora passa a ser função dos leitores os julgamentos e críticas, as análises, opiniões e elogios (se os merecer, óbvio) evitarei maiores comentários.
Deixarei de lado algumas formalidades e irei direto ao assunto, que aparecerá sempre em colunas com uma periodicidade que penso ser impossível de precisar, pois sou pautado pelos acontecimentos de nossa realidade que, para o bem ou para o mal, nunca é monótona.
Apenas a título informativo, gostaria de dizer que sou historiador, professor, a quase 15 anos, da Universidade Estadual da Paraíba (fato que muito me orgulha), mestre e doutorando em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco.
Já fui articulista do Jornal da Paraíba por cerca de três anos e desde Agosto de 2005 sou colunista do http://www.paraibaonline.com.br/ e a quase dois anos venho com frequência participando de programas de rádio e televisão, em geral fazendo análises sobre a conjuntura política nacional, regional e local.
Em minha dissertação de mestrado analisei a atuação das organizações de esquerda durante a ditadura militar e como elas lidavam com o autoritarismo e a democracia. Atualmente, desenvolvo estudos sobre a (in)consolidação democrática brasileira e como as instituições políticas contribuem (ou não) para isso. Além de me dedicar bastante a questão da democracia na América Latina e como a nossa cultura política tem contribuído para que, como afirma o sociólogo Bernardo Arévalo, "tenhamos o hardware da democracia e o software do autoritarismo".
Toda essa conturbada conjuntura política brasileira que vivenciamos me preocupa, me inspira a fazer análises e buscar contribuir de alguma forma para o debate em nossa sociedade. Já nos primeiros artigos e nos comentários que serão postados os leitores poderão perceber esse estado de coisas.
Apesar de focar minhas atenções no âmbito da política, fazendo análises de conjuntura e desenhando cenários, escrevo, também, sobre outros temas.
Em geral, quando saio do meu objeto central, é para apontar questões que acho merecedoras de nossa atenção e, por isso mesmo, permito-me até escrever sobre algumas de minhas paixões como a música (Rock, Jazz/Blues, MPB); o cinema (e aqui não tenho estilo definido, gosto do que considero bom e isso vai de James Bond, passando pelos clássicos filmes de guerra, até as obras primas de Fellini e Hitchcock e chegando no inesquecível Cinema Paradiso); o futebol (por exemplo, sobre as únicas “unanimidades” nacionais - o Clube de Regatas Flamengo e o Campinense Clube); e até mesmo fatos do nosso cotidiano que permitem algumas reflexões.
Não de forma pretensiosa, o que quero é contribuir para uma saudável polêmica, pois, e como bem disse Berthold Brecht, “ ... em tempos de discórdia, crises e confusão a ausência política é um verdadeiro crime e deve ser combatida”.
Professor do Curso de História da Univ. Estadual da Paraíba desde 1993. Mestre em Ciência Política-UFPE e Doutorando em Ciência da Informação-UFPB. Especialista em História do Brasil, com ênfase na Era Vargas e na Ditadura Militar, na democracia e no autoritarismo. Autor dos livros "Heróis de uma revolução anunciada ou aventureiros de um tempo perdido" (2015) e “Do que ainda posso falar e outros ensaios - Ou quanto de verdade ainda se pode aceitar” (2024), ambos lançados pela Editora da UEPB.
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Da Série “40 E TANTOS MUITOS DISCOS QUE FIZERAM MINHA CABEÇA”
"THE DARK SIDE OF THE MOON" - PINK FLOYD (1973)
A LISTA DOS 40 E TANTOS MUITOS DISCOS
Para fazer esta seleção pensei numa “fórmula mágica” para evitar as dificuldades que só quem se mete a fazer as tais “listas dos melhores” enfrenta. Para não ter que arcar com o ônus da escolha/seleção, pensei em colocar todos os discos dos Beatles e pincelar com mais alguns de Pink Floyd & Rolling Stones, Chico, Caetano & Gil. Mas, seria muito casuísmo de minha parte! Assim, apresento a lista dos 40 discos que fizeram minha cabeça que servem para ouvir a qualquer hora e em qualquer lugar. Como diria Belchior, “não quero te falar das coisas que aprendi nos discos”, apesar de que estes aqui me ensinaram muito. A lista vem com um bônus +20, que são os que deveriam estar na lista dos “40 discos”, mas assim teria que retirar e colocar, colocar e retirar, enfim...
1) “The Dark Side of the Moon” - Pink Floyd (1973).
2) “Abbey Road” - The Beatles (1969).
3) “Boca Livre” - Boca Livre (1979).
4) “Highway 61 Revisited” - Bob Dylan (1965).
5) “The Freewheelin” - Bob Dylan (1963).
6) “Ópera do Malandro” - Chico Buarque (1979).
7) “Double Fantasy” - John Lenno/Yoko Ono (1980).
8) “Milk and Honey” - John Lenno/Yoko Ono (1984).
9) “The Concert in Central Park” - Simon & Garfunkel (1982).
10) “Pet Sounds” - The Beach Boys (1966).
11) “Atom Heart Mother” - Pink Floyd (1970)
12) “Electric Ladyland” - The Jimi Hendrix Experience (1968).
13) “Rattle and Hum” - U2 (1988).
14) “Brothers in Arms” - Dire Straits (1985).
15) “Cabeça de Dinossauro” - Titãs (1986).
16) “Getz/Gilberto” - João Gilberto, Stan Getz e Tom Jobim (1964).
17) “Then and Now” - The Who (1964-2004).
18) “90125” - Yes - (1990).
19) “Hoje” - Paralamas do Sucesso (2005).
20) “Some Girls” - Rolling Stones (1978).
21) “Exile on Main Street” - Rolling Stones (1972).
22) “Balada do asfalto & Outros Blues – Zeca Baleiro (2005).
23) “Revolver” - The Beatles (1966).
24) “Alucinação” - Belchior (1976).
25) “Era uma vez um home e seu tempo” - Belchior (1979).
26) “Meus caros amigos” - Chico Buarque (1976).
27) “Cinema Paradiso” - Ennio Morricone (1989).
28) “Antônio Brasileiro” - Tom Jobim (1994).
29) “Kind of Blues” - Miles Davis (1959).
30) “Back to Black” - Amy Winehouse (2006).
31) “Band on the Run” - Paul McCartney & Wings (1973).
32) “All Things Must Pass” - George Harrisson (1970).
33) “O descobrimento do Brasil” - Legião Urbana (1933).
34) “Luz” - Djavan (1982).
35) “Led Zeppelin IV” - Led Zeppelin (1971).
36) “Tropicália ou Panis et Circencis” - Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Nara Leão, Os Mutantes e Tom Zé (1968).
37) “A Night at the Opera” - Queen (1975).
38) “The Doors” - The Doors (1967).
39) “461 Ocean Boulevard” - Eric Clapton (1974).
40) “Cavalo de Pau” - Alceu Valença (1982).
1) “The Beatles (White Album) - The Beatles (1968) .
2) “Jobim Sinfônico” - Paulo Jobim/Mario Adnet (2002).
3) “Um banda um” - Gilberto Gil (1982).
4) “Cores, Nomes” - Caetano Veloso (1982).
5) “In The Mood!” - Glenn Miller (1943).
6) “Achtung Baby” - U2 (1990).
7) “Osvaldo Montenegro” - Osvaldo Montenegro (1980).
8) “Clube da Esquina” - Milton Nascimento & Lô Borges (1972).
9) “Fa-Tal - Gal a Todo Vapor!” - Gal Costa (1971).
10) “Pérola Negra” - Luiz Melodia (1973).
11) “Birth of the Cool” - Miles Davis (1957).
12) “Revoluções por Minuto” - RPM (1985).
13) “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band” - The Beatles (1967).
14) “The Velvet Underground & Nico” – The Velvet Underground (1967).
15) “Barcelona” - Freddie Mercury e Montserrat Caballé (1988).
16) “Money Jungle” - Duke Ellington, Charlie Mingus & Max Roach (2002).
17) “Little Creatures” - Talking Heads (1985).
18) “Aquarela do Brasil” - Gal Costa (1980).
19) “Mais” - Marisa Monte (1991).
20) “Outras Coisas” - Leila Pinheiro (1991).
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