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Professor do Curso de História da Univ. Estadual da Paraíba desde 1993. Mestre em Ciência Política-UFPE e Doutorando em Ciência da Informação-UFPB. Especialista em História do Brasil, com ênfase na Era Vargas e na Ditadura Militar, na democracia e no autoritarismo. Autor dos livros "Heróis de uma revolução anunciada ou aventureiros de um tempo perdido" (2015) e “Do que ainda posso falar e outros ensaios - Ou quanto de verdade ainda se pode aceitar” (2024), ambos lançados pela Editora da UEPB.
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Laerte. Revista Caros Amigos. Ano IV - n° 15. Novembro/2002. Edição Especial “Para onde vai a democracia?” |
Passados 62 anos do Golpe de Estado Civil e Militar de 1964 duas questões merecem destaque, pois em prol de nosso presente é sempre imperioso olhar para o passado. Cabe ao historiador refletir sobre a realidade em que vive a partir de um processo de comparação com o que se viveu no passado. Como afirmou o historiador inglês Peter Burke: “a função do historiador é lembrar a sociedade daquilo que ela quer esquecer”.
Assim, para falarmos do golpe militar de 1964,
precisamos reavaliá-lo como fato histórico, pois à medida que nos distanciamos
temporalmente dos acontecimentos a nossa visão sobre eles muda e, então, temos
que redimensioná-los para atendermos as nossas questões políticas, sociais,
culturais e existenciais ao nosso redor.
Também,
temos que refletir sobre uma cultura política pretoriana herdada da ditadura
militar, sem falar no que defino como nossa pobre tradição democrática da qual trato
em meu livro "Heróis de
uma Revolução Anunciada ou Aventureiros de um tempo perdido?”. Mesmo não
desconsiderando a primeira questão, prefiro me deter na segunda, pois ela
remete à nossa realidade.
Por
que as memórias do golpe de 1964 e da ditadura militar ainda nos são tão vivas?
Seria pelas feridas ainda não cicatrizadas? Ou por termos uma Sociedade e um
Estado recheados de entulhos
autoritários, que o nosso débil processo de liberalização (que culminou com
a implantação da chamada Nova República) não foi competente para extrair do
nosso entorno político?
A
principal causa para o golpe de Estado de 1964 foi a tensão (um falso dilema)
existente entre democracia e mudanças sociais. O amplo espectro
político-partidário nacional antagonizava estes dois fatores
desnecessariamente. Os atores políticos à direita acreditavam que pela
democracia se chegaria às mudanças sociais - por isso mesmo deram o golpe. Os
atores à esquerda defendiam que só teríamos mudanças sociais acabando com a
democracia.
O
confronto entre as forças políticas contrárias e favoráveis às reformas de base
destruiu as instituições democráticas. O resultado a que se chegou bem
conhecemos: nenhuma reforma social e democracia inexistente! Exploro essa
questão no artigo 52
anos após o golpe, país não aceita o valor universal da democracia publicado
em 2016 no www.uol.com.br
O
processo de liberalização política (notem que não utilizo os termos
redemocratização e transição política), efetivado com a eleição de Tancredo
Neves, é torto, pois não afasta do cenário nacional os atores políticos relevantes
da ditadura militar. O que nós tivemos foi um pacto entre as forças políticas -
iniciado ainda em 1974 e capitaneado pelos generais Ernesto Geisel e Golbery do
Couto e Silva.
O
resultado foi um processo em que lentamente se foi inserindo alguns elementos
do ritual democrático nas instituições sem, no entanto, reformá-las e,
principalmente, mantendo intocada a espinha dorsal do regime ditatorial: o
poder militar.
Se
democracia política são os mecanismos e práticas associados às formas de
decidir em favor dos interesses sociais; além das normas que regem o bom
funcionamento das instituições e as atitudes que marcam a relação entre elas e
a sociedade civil, veremos que não temos uma democracia minimamente consolidada.
Não tivemos um processo em que Sociedade Civil e Estado firmassem um
compromisso para banir as prerrogativas que os militares atribuíram para si
durante 21 anos de autoritarismo.
Como
na ditadura, e seguindo a lógica da Doutrina
de Segurança Nacional, que dizia que o inimigo a se combater estava dentro
do território nacional e não fora dele, as Forças Armadas seguem mais
preocupadas com a segurança interna do que com a externa, mesmo após as tentativas
de golpe de Estado entre novembro de 2022 e janeiro de 2023 quando o conglomerado
golpista de 2016, incluindo a extrema direita bolsonarista, quase nos leva de
volta aos tempos da ditadura contra tudo e contra todos,
Vivemos
um momento difícil por não percebermos o quanto ainda temos que avançar no
sentido de efetivarmos uma democracia em que aqueles que detêm as armas irão
obedecer aos que não as tem. É preciso, também, que os atores políticos não
cedam às tentações de mudar as regras do jogo político enquanto ele estiver
sendo jogado, além de concordarem em se submeterem às incertezas democráticas
dos resultados.
Falta-nos, ainda, aceitar que democracia deve ter um valor universal em nosso país e rejeitarmos aquele dito do humorista Millôr Fernandes: “ditadura é você mandar em mim e democracia sou eu mandar em você!”.
Dito de outra forma, deixa ver quem está atrás de você para eu poder saber o que pretendes fazer.
Este artigo sugere nos preocuparmos com a desinformação, e com problemas por ela criados, além de uma reflexão sobre a supervalorização da informação em um contexto de práticas desinformacionais, pois a sociedade parece aceitar bem que informação é panaceia contra desinformação. Propõem atentarmos para a frágil assertiva de que quanto mais informações tivermos, menos desinformados seremos. Em uma era desinformacional, vejamos a forma como se divulgam conteúdos negacionistas e revisionistas a partir de um modelo de negócio que usa a desinformação para monetização.
Nos ufanamos da era da informação e da tecnologia
digital, ainda que usemos fake news e discursos de ódio. Gostamos da
democracia, mas usamos
procedimentos democráticos para pedir o fim dela. Temos uma relação fetichizada
com a informação, valorizando-a, mesmo que narrativas eventualmente
verdadeiras existam.
Desinformação impacta nas escolhas políticas com os
valores da democracia existindo para acima e além da sociedade. Opomos o bem
(democracia e informação) contra o mal (autoritarismo e desinformação) como se
a realidade fosse uma simples oposição entre certo e errado, opaco e
translúcido, doce e amargo.
A hiperinformação como panaceia para a
superdesinformação
Supervalorizamos a informação, em um contexto de práticas informacionais e de práticas de desinformação, aceitando com passividade que para se
combater a desinformação é preciso massificar a informação. Dito de outra
forma, quanto mais desinformação se produzir, mais informação terá que ser
disseminada, como se a justaposição desta sobre aquela fosse solução única.
Vivemos a era da Infodemia, esse excesso de informações sobre tudo e sobre todos, não importando se
relevantes ou não. Este termo foi difundido em função da pandemia do Covid 19,
quando dados e informações (corretos e/ou incorretos) circulavam na velocidade
do big data.
O recurso que a tal “sociedade da informação” oferece
contra a desinformação é limitado por uma visão individualista onde a questão
seria resolvida, como mostra o Profº Drº Rodrigo Moreno, quando o indivíduo
detectasse conteúdos desinformativos, bastando apenas que desenvolvesse
uma competência crítica informacional para isso.
Mas, desinformação é um fenômeno social complexo que
lastreia, por exemplo, a atuação da extrema direita em seu percurso ao poder.
Importa relacionarmos informação e desinformação a partir da crítica da
economia política e das noções de fetichismo e alienação, pois lidamos com uma
realidade onde narrativas são fatos.
Foquemos em um novo regime da
informação\desinformação como fonte de tensionamentos em relação à
democracia, ainda que se fale que a problemática da desinformação se resolveria
a partir do desenvolvimento da competência
crítica em informação que
habilitaria pessoas a detectarem conteúdos desinformativos.
Economia política da desinformação,
alienação e fetiche da informação
Nos Manuscritos
Econômicos-Filosóficos (1844), Karl Marx demonstrou que o trabalho é uma
atividade material e que o sistema industrial capitalista explora o
trabalhador, desconsiderando que parte da riqueza, investida nas indústrias,
vinha da exploração da mão de obra escravizada nas Américas. Lembremos que o
capital só se constitui através da acumulação concentrada e controlada pela
propriedade privada.
Isso importa por tratarmos da economia política da
informação\desinformação que monetiza em prol da acumulação capitalista, cuja
“indústria-base” é a tecnologia digital. Em A
Ideologia Alemã (1845-46), Marx e Engels dizem que a libertação dos
trabalhadores não é algo idealizado, mas um
ato histórico real. Isso redundou na Tese
11 onde filósofos interpretavam o mundo sem transformá-lo.
O que Marx e Engels falavam aos filósofos
contemporâneos seus é o que temos que reafirmar hoje, já que a libertação (da
exploração capitalista) ainda não aconteceu, parecendo cada vez mais distante à
medida em que o modelo de negócio, implementado por uma economia política
plataformizada, aprofunda a acumulação de capitais.
As condições materiais e a produção social de nossa
existência advém de uma base
econômica que se eleva até uma superestrutura - onde o modo de produção da vida material
conduz o processo social, político, intelectual e cultural. Essa discussão nos
é relevante à medida em que nosso estágio de acumulação de capitais, em
sociedades plataformizadas, condiciona uma superestrutura das redes sociais.
O conceito de alienação nos serve para entendermos o
que nos acomete ao lidarmos com efeitos da informação
plataformizada. Alienação é a consequência de uma ação sobre uma pessoa ou
grupo distanciados que são dos resultados de suas atividades. Alienados ficamos
quando nos tornamos alheios ao produto de nosso trabalho. A alienação é
essencial para retroalimentar o sistema capitalista.
Em “A
Sociedade do Espetáculo” Guy Debord
trata do trabalhador\usuário alienado, pois quanto mais produz (conteúdos)
menos vive, aceitando se reconhecer nas imagens dominantes, sem compreender sua
existência e seus desejos. Quanto mais alienado do fruto do seu trabalho, mais
espectador se torna de um espetáculo promovido pelo capital em grau elevado de
acumulação e de mais-valor.
O modelo de negócio plataformizado move-se pela
acintosa expropriação do tempo real da pessoa que é produtora e consumidora. O
trabalhador\usuário deve sentir-se livre, mesmo que não o seja, pois o poder
econômico se materializa na mercadoria que ele consome. Não é à toa que o lazer
se tornou atividade de consumo e as sociabilidades foram enquadradas ao
espetáculo comando pela mercadoria.
A desinformação aliena em relação à informação e
ambas são produto do trabalho nas redes sociais. Informação é criação das
instituições e desinformação vem de nossa estrutura social. Entendendo essa
relação e seu poder de alienar o indivíduo de si mesmo, aceitemos que esse
processo é efetivado pelo próprio capitalismo.
Apontando contradições das formas de produção,
circulação e consumo da informação, o Profº Dr. Arthur Coelho afirma que
enfrentamos dilemas éticos que se escondem sob a “fina epiderme de vidro e
plástico que carregamos no bolso”, é a sociedade da
hiperinformação que inaugura a era da desinformação. O século XXI nos
oferece um novo regime de informação, com formas hodiernas de lidar com ela,
subjugadas às mesmas relações de sempre do capitalismo.
O fetiche da mercadoria faz objetos materiais
portarem características herdadas de relações sociais dominantes. Assim,
fetichismo é uma ilusão que nos faz aceitar a mera aparência de um fenômeno
como se fosse sua essência e se revela ao admitirmos que relações de dominação
e exploração são naturais do próprio sistema capitalista.
Fetichismos escamoteiam relações sociais de dominação
ocultas nas manifestações dos fenômenos informacionais. Por isso, enfrentemos,
sob as lentes da crítica da economia política, o debate sobre plataformas
digitais, governança da internet, colonialismo
digital e, claro, desinformação.
A “sociedade da informação” sofre um estranhamento,
levando-nos a tomá-la como um dado histórico regular e não como algo que
representa os interesses de uma classe social, pois o mercado de trabalho
capitalista escamoteia a exploração. O fetiche da informação se dá quando, por
exemplo, cremos que com o ato isolado de se informar e\ou gerar conteúdos
estamos influindo em todo o ecossistema informacional.
Os aparelhos ideológicos digitais da
Extrema Direita
Revisionismo e negacionismo, com suas omissões e
simplificações, induzem à desinformação e pululam pelas redes sociais e em
plataformas diversas. Não se trata apenas de visões alternativas, mas de
ausência de rigor metodológico, com uso seletivo de fontes e ausência de
contrapontos.
Esses aparelhos ideológicos digitais proliferam
conteúdos falsos e oferecem produções documentais que reinterpretam a história
com a formatação de um inimigo comum (comunismo). Eles simplificam a realidade
e optam por desinformação, impactando o debate social com conteúdos enviesados,
seletivos e distorcidos que comprometem a formação de opiniões e alimentam
desconfianças na democracia.
Ao disseminar desinformação criam bolhas
informacionais e reforçam opiniões sem respaldo em fatos verificáveis. A
desinformação se associa ao aumento da polarização política, pois a
disseminação de conteúdos falsos intensifica a divisão entre grupos, retroalimenta
intolerâncias, dificultando o diálogo.
Foi com desinformação que a extrema direita conduziu
a campanha que elegeu Jair Bolsonaro, manipulando a população para favorecer um
projeto antidemocrático. O fato é que processam e propagam informação e fatos
distorcidos em proporções inimagináveis, tudo ao mesmo tempo agora.
A desinformação compõe um novo modelo de regime
informacional, contribuindo para o processo de acumulação de capitais
plataformizados. Nesse momento o capital aumenta exponencialmente, enquanto
pessoas são substituídas por máquinas e softwares. As tecnologias da informação
e da comunicação contribuem para a expansão de mercados, acumulação de riquezas
e novas relações de exploração do trabalho.
Em “Post-Truth”,
Lee MacIntyre (pesquisador da Universidade de Boston), tenta nos incomodar
perguntando como chegamos à era da pós-verdade, em que fatos alternativos
substituem fatos verídicos, sensações importam mais que evidências e crenças,
intuições e afetos passam a ser mais relevantes do que a realidade.
Como vivemos em um estado de profunda inconsciência,
sufocados pela desinformação, considero que perdemos as referências sobre o que
é verdade e o que é mentira, aceitando a “pós-verdade”, deixando a verdade para
trás. Precisamos nos atormentar com isso, pois sempre que esquecemos da
verdade, os campos de concentração abundam mundo afora.
A lealdade política e ideológica da extrema direita e o uso das cores da bandeira
Existem imagens que parecem prescindir
de legendas e\ou explicações. A imagem da família, indo a uma manifestação
vestida de verde-amarelo, que “viralizou” nas redes sociais parece bastar-se a
si mesma. Podemos até compará-la à ilustração de Jean Baptiste Debret, pois
vemos a mesma situação em ambas: uma família de brancos, em movimento pela rua,
seguidos pelos seus serviçais.
Na figura 1, a família branca, informando pelas cores seu alinhamento à extrema direita, vai à uma manifestação pelo impeachment da então presidenta Dilma Rousseff e por uma intervenção militar, sendo seguida pela babá que guia o carrinho com os bebês. A mãe segura a coleira de um pequeno cachorro, também branco. Ela até se preocupa em olhar seus filhos, mesmo que não se dê ao trabalho de carregá-los. Nessa imagem, o verde-amarelo nos remete ao patriotismo e a simbologia de uma “família de bem”. A Figura 2 nos remete ao início do século XIX quando o pintor francês Jean-Baptiste Debret veio ao Brasil junto com a Missão Artística Francesa. Aqui, pintou quadros retratando paisagens e o cotidiano dos brasileiros.
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| Figura 1 – Casal vestido de verde-amarelo indo à manifestação com os filhos e a babá. |
A imagem da Figura 2 traz a mesma informação da Figura 1. O senhor e a senhora vão à rua com sua branca família, trazendo consigo um séquito de pessoas escravizadas ou quase isso. Notemos que pessoas pretas, em ambas as figuras, vestem branco e carregam bebês brancos. Isso prova os lugares sociais definidos a partir da cor da pele, ratificando o domínio de seus senhores.
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| Figura 2 -Jean Baptiste Debret –
Funcionário público saindo de casa com a família e seus escravos. |
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| Figura 3 - Na Av. Paulista, manifestante favorável ao impeachment comemora o resultado da votação no Senado. |
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| Figura 4 - Na Av. Paulista, manifestantes favoráveis ao impeachment esperam resultado da votação no Senado. |
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| Figura 5 – Manifestantes fazem ato na Esplanada para pedir intervenção militar e prisão de Lula. |
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| Figura 6 – Manifestações em 2016 a favor ao impeachment e em defesa de uma intervenção militar. |
Na figura 7 vemos imagens que, separadas por 51 anos, dão significado às mesmas questões e a dois atos: a tragédia do Golpe de Estado Civil-Militar de 1964 e a farsa do Golpe de Estado Jurídico, Parlamentar, Midiático e Religioso de 2016. Esses atos têm em comum a profunda descrença que parte da sociedade nutre em relação à democracia e o fato de que a elite brasileira busca saídas de força cada vez que se sente ameaçada por movimentos reformistas e/ou revolucionários. No entanto, existe uma diferença entre as imagens. É que a de 2015 informa as cores utilizadas como descrição abreviada – é a extrema direita informando que, sendo o verde-amarelo as cores de sua bandeira, o Brasil não seria um nova Cuba, que é vermelha. As figuras 8 e 9 representam a mesma coisa: setores da sociedade implorando aos militares para que intervenham na ordem social e política do país, usando o verde oliva para demonstrar respeito, obediência e temor às Forças Armadas.
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| Figura 9 - Marcha da Família com Deus II: o Retorno - 2014. |
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| Figura 8 - Marcha da Família por Deus pela liberdade - 1964. |
O objetivo, aqui, foi mostrar que a cor, como informação, participa de forma significante na atuação da extrema direita. Vimos que as cores influenciam questões políticas e ideológicas por possuírem a capacidade de informar sentimentos e afetos, além da centralidade de seu papel nos processos que vivenciamos. Vimos, ainda, como as cores da bandeira nacional informam a lealdade política de militantes a uma causa baseada em valores morais e políticos. De fato, o verde-amarelo da extrema direita tornou-se uma espécie de descrição abreviada, resumida, de sua conformação.
Figura 2 - https://tokdehistoria.com.br/2022/04/28/a-historia-do-brasil-pela-arte-de-debret/
Figura 3 - Fonte Agência O Globo. https://oglobo.globo.com/politica/com-bolo-champanhe-grupo-comemora-impeachment-na-paulista-20027419
Figura 4 - Fonte Agência O Globo https://oglobo.globo.com/politica/com-bolo-champanhe-grupo-comemora-impeachment-na-paulista-20027419
Figura 7 - Fonte Arquivo do autor
Figura 8 - Fonte Arquivo do autor
Referências
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04 fev. 2025.
Guimarães,
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NOVELINO,
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OLIVO, Júlio
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Disponível em:
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Disponível em:
https://www.proceedings.blucher.com.br/article-details/o-significado-das-cores-nas-eleies-presidenciais-de-2022-uma-anlise-de-artefatos-grficos-da-campanha-do-pl-39096
Acesso: 27 jan. 2025.
SOARES, Gilbergues Santos. Do que ainda posso falar e outros ensaios (Ou quanto de verdade ainda se pode aceitar). Campina Grande\ PB: Editora da Universidade Estadual da Paraíba (EDUEPB), 2023.