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Professor do Curso de História da Univ. Estadual da Paraíba desde 1993. Mestre em Ciência Política-UFPE e Doutorando em Ciência da Informação-UFPB. Especialista em História do Brasil, com ênfase na Era Vargas e na Ditadura Militar, na democracia e no autoritarismo. Autor dos livros "Heróis de uma revolução anunciada ou aventureiros de um tempo perdido" (2015) e “Do que ainda posso falar e outros ensaios - Ou quanto de verdade ainda se pode aceitar” (2024), ambos lançados pela Editora da UEPB.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

PAPO CABEÇA


Este é o chamado papo-cabeça!!!
at setembro 18, 2008
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GILBERGUES SANTOS SOARES
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Infodemia: como plataformas digitais usam a desinformação e o excesso de informação para lucrar

Infodemia: como plataformas digitais usam a desinformação e o excesso de informação para lucrar
Você sabe o que é infodemia? A enxurrada de informações - verdadeiras e falsas - a que as redes sociais submetem seus usuários já ganhou contornos de problema global de saúde. Uma epidemia de estímulos, gerados para atrair atenção e gerar engajamento a qualquer preço, que prejudica a capacidade cognitiva das pessoas na mesma proporção em que gera lucros para os donos destas plataformas. É sobre isso que escreve o mestre em Ciência Política e doutorando em Ciência da Informação pela UFPB, Gilbergues Santos Soares. A desinformação nas redes sociais e outras plataformas digitais é um fenômeno que estrutura estratégias de poder: em vez de circular espontaneamente, ela se articula com interesses econômicos e políticos. A desinformação cria bolhas, reforça crenças, intensifica a polarização política e retroalimenta intolerâncias. Seus conteúdos geram engajamento, ampliam a circulação de dados e alimentam a lógica de acumulação de capitais.

"Heróis de uma revolução anunciada ou aventureiros de um tempo perdido?"

"Heróis de uma revolução anunciada ou aventureiros de um tempo perdido?"
Você pode adquirir o livro diretamente com o autor pelo e-mail gilbergues@gmail.com. Pode, ainda, fazer download no site da Editora da UEPB.

Do que ainda posso falar e outros ensaios - Ou quanto de verdade ainda se pode aceitar.

Do que ainda posso falar e outros ensaios - Ou quanto de verdade ainda se pode aceitar.
Nesta coletânea, você verá uma preocupação recorrente, diria mesmo uma obsessão, que os estudos sobre a História do Brasil Republicano e Ciência Política me levaram a ter. Falo de nossa mentalidade pretoriana (autoritária, golpista) que insistimos em preservar, na esperança de que ela nos valha nas variadas e muitas crises que vivemos.

NO TUCANOBANAQUISTÃO VALE A LEI DO TORQUEMADA

NO TUCANOBANAQUISTÃO VALE A LEI DO TORQUEMADA
Neste artigo de 2019, analisei se ainda éramos uma sociedade democrática, se é que fomos algum dia, mesmo que ainda não pudéssemos afirmar que vivíamos numa ditadura. Mostrei como e porque caminhávamos para voltarmos a um regime de força mesmo usando procedimentos democráticos. Questionei por que tantos brasileiros preferiam viver numa ditadura e lancei mão de exemplos históricos para iluminar a discussão.

Entre Lutas e Resistências: Histórias, memórias e perspectivas da esquerda em Campina Grande

Entre Lutas e Resistências: Histórias, memórias e perspectivas da esquerda em Campina Grande
E-book dedicado às memórias da esquerda em Campina Grande, livro lançado pela Editora da UEPB.

Quer ler todos os meus artigos no Brasil 247?

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São 17 artigos publicados entre novembro de 2020 e dezembro de 2023 no www.brasil247.com.br.

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52 anos após o golpe, país não aceita o valor universal da democracia

52 anos após o golpe, país não aceita o valor universal da democracia
A principal causa para o golpe de 1964 foi a tensão (um falso dilema) existente entre democracia e mudanças sociais. O amplo espectro político-partidário nacional antagonizava esses dois fatores, desnecessariamente. Os atores políticos à direita acreditavam que pela democracia poderia se chegar às mudanças sociais, e por isso deram o golpe. Os atores à esquerda defendiam que só teríamos mudanças sociais acabando com a democracia. O confronto entre as forças políticas contrárias e favoráveis às reformas de base destruiu as instituições democráticas. O resultado a que se chegou bem conhecemos: democracia inexistente e nenhuma reforma social!

Cidadão tem que se responsabilizar pelas escolhas feitas nas urnas

Cidadão tem que se responsabilizar pelas escolhas feitas nas urnas
Eleições permanentes e alternância no poder são essenciais. Mas, o cidadão tem que se responsabilizar pelas escolhas feitas nas urnas. Não adianta fazer discursos enfurecidos diante dos escândalos de corrupção e depois dar ao corrupto o conforto de ter um mandato e foro privilegiado. Eleições em profusão pouco adiantam se não estamos dispostos a cumprir os mecanismos institucionais que permitem que os que descumprem suas funções (e as leis) sejam responsabilizados com pressupostos penais que causem punibilidade. Por que supomos que esse revezamento de nomes e siglas nos cargos governamentais é solução única para nossos males? Por que nos contentamos com tão pouco?

Cultura política autoritária contesta a hegemonia da democracia

Cultura política autoritária contesta a hegemonia da democracia
No passado, o totalitarismo desafiou a democracia que espalhou suas ideias numa primeira onda de democratização a partir de 1945. Os rigores da Guerra Fria fizeram surgir uma segunda onda de autoritarismo militarizado na década de 1960. No início dos anos 1980 ele caiu em desuso e uma terceira onda de redemocratização se fez sentir em que pese países como Brasil, Honduras e Paraguai terem se tornado democráticos sem reverem seus passados autoritários. E agora, o que temos? Seria uma quarta onda de reversos golpistas comandados por Parlamentos e Judiciários? Temos um padrão ou esses exemplos são pontos fora da curva? Sistemas políticos que mesclam elementos autoritários com procedimentos democráticos são cada vez mais comuns. Na "Primavera Árabe", as revoltas populares contra governos queriam deter anacrônicos ditadores, mas não se falava em democracia. Defendia-se eleições livres, mas se fechava os olhos para liberdade de culto e expressão. Lutava-se pelo fim da opressão estatal, mas as mulheres não podiam participar das manifestações.

Quando eu falo em política, eu estou falando em poder

Na linguagem política nada pode ser mais usado do que o conceito de poder. Aliás, falar em política é falar em poder. O poder é um conceito que não é exclusivo da política, ele é utilizado em nosso cotidiano e em vários aspectos de nossa vida. O filósofo inglês Bertrand Russell afirmava que o "poder é a produção de efeitos desejados". Poder é uma palavra autoexplicativa. Por poder se entende a capacidade de se fazer algo, ou de se obter algo. Poder é um conceito próximo do termo influência. Ter poder significa ter os meios para se conseguir algo ou para levar alguém a fazer alguma coisa, não importando se ela quer ou não fazer. O poder é a capacidade que sicrano tem de levar fulano a atingir beltrano. Mas, em que consiste o poder na política? Qual a função do poder em nossa vida familiar e social? Qual a diferença entre ter poder e ter influência? Por que nos organizamos com base no poder e não em outros princípios ou valores? O poder pode ser visto como uma massa de energia que a sociedade coloca, através das eleições, nas mãos do governante para que ele realize os objetivos dos cidadãos. Claro, que isso só deve acontecer dentro dos marcos legais. Mas, isso tudo está ficando muito teórico. Vamos tentar tornar mais prático. Essa massa de energia que se coloca na mão do governante é composta de recursos financeiros e de recursos físicos em operação como usinas, estradas, redes de energia, etc. Essa massa de energia, chamada poder, é composta, também, de recursos de pessoal. São os funcionários públicos que são contratados para operar as instalações públicas e fazer a "máquina" do governo funcionar. Claro, quem comanda esta massa de energia detém o poder. Quem comanda o governo, se responsabilizando pelo seu funcionamento, e pelo provimento de bens e serviços para a população, tem não só de direito, como de fato, poder. E é bom não esquecer que este poder político se dá em vários níveis. Numa cidade, num estado, num país, mas também nas várias instituições políticas que compõem o Estado-nação. Mas, tudo isso continua muito teórico, eu vou tentar simplificar. Porque será que as pessoas lutam para ter poder? Apenas pelo simples prazer de ter poder? Não, pois o poder não se basta a si próprio. Luta-se para se ter poder como forma de se adquirir os meios que permitem comandar a massa de energia. É de posse dessa massa de energia que é possível se realizar os objetivos individuais e coletivos, pois o poder tem uma natureza impositiva. O poder não pede, manda. O poder não convida, impõem. O poder não sugere, determina. Mas, esse poder que não pede tem que ser dotado de estrutura legal, senão vira algo acima do bem e do mal. Nossa maior contradição política foi criar um instrumento que usa a força física para garantir que as decisões políticas serão respeitadas. É sim uma contradição termos um aparato dotado de força para garantir que as decisões do poder serão cumpridas e obedecidas pelos cidadãos. Mas, se não fosse assim como faríamos aquilo que nos é imposto? Quem cumpriria uma lei se soubesse que não seria cobrado por algum aparato de poder dotado de força? Você, caro ouvinte, faria isso? Ou teríamos que ser todos um bando de “madres teresas de Calcutá” para que o aparato de força não fosse necessário? Convenhamos que o poder é um meio eficiente para a realização de tarefas e para afetar comportamento. Você já tentou imaginar como viveríamos se não fosse essa massa de energia que nos impede ou nos leva a fazer coisas? Mas, essa minha discussão continua bastante teórica! Eu vou tentar mais uma vez tornar as coisas mais práticas. Vejam que ninguém gosta de pagar impostos, mas se este pagamento fosse voluntário, não haveria como financiar o governo. Ninguém gosta de ir à guerra, mas se esta decisão fosse voluntária, não se organizaria as Forças Armadas para a defesa nacional. Todos querem dirigir seus carros como bem entendem. Mas se fosse assim, o trânsito seria bem pior do que de fato é. Os exemplos são muitos, mas em todos os casos só podemos chegar a uma conclusão sobre o poder: ruim com ele, pior sem ele. Se nossa convivência social não fosse baseada na influência, persuasão e até imposição como poderíamos nos organizar? É por isso que os grupos políticos se lançam na luta pelo poder, através das eleições. Quem o conquista o governo, e, com ele, o poder, ganha o direito legítimo de usar aquela "massa de energia" para realizar os objetivos para os quais foi escolhido. Certo. Continua tudo muito teórico. Mas, é que tem que ser assim mesmo. A política e o poder quando tratados dessa forma são vistos como um mal necessário. Mas, quando tratados na prática se tornam tudo aquilo que abominamos, mas não vivemos sem.

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Todo Benjamim Button tem uma Daisy por trás dele.

Todo Benjamim Button tem uma Daisy por trás dele.
Leia o artigo "Queria ter 40 anos em 1969" e você entenderá porque essa linda mulher é "minha Daisy"

Ela se repete e se perpetua em mim

Ela se repete e se perpetua em mim

Um belo momento!

Um belo momento!
Eu já fiz algumas coisas legais na minha vida, mas estas aqui sãos as melhores e maiores produções de minha vida!!!!

Imagem que guardo de um dia bem especial.

Imagem que guardo de um dia bem especial.
Neste dia estávamos tão felizes que tivemos que registrar isso.

Um dia qualquer numa sala de aula qualquer

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PROFESSOR ANTI FASCISTA, PELA LIBERDADE E PELA IGUALDADE.

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40 FILMES QUE MUDARAM MINHA VIDA E FIZERAM MINHA CABEÇA

40 FILMES QUE MUDARAM MINHA VIDA E FIZERAM MINHA CABEÇA

OS 40 FILMES QUE FIZERAM MINHA CABEÇA.

Esta é apenas mais uma seleção de filmes. Como toda seleção não deixa de ser, para o bem e para o mal, arbitrária. Coloquei aqui alguns dos filmes que considero fundamentais para minha formação pessoal, emocional, profissional, política, ideológica. (01) Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore, 1988). (02) Os Canhões de Navarone (J. Lee Thompson, 1961). (03) Trilogia do “Homem sem Nome” de Sérgio Leone (Por um punhado de dólares - 1964; Por uns dólares a mais - 1965; Três homens em conflito - 1966). (04) Amarcord (Federico Fellini, 1973). (05) Era uma vez no Oeste (Sérgio Leone, 1968). (06) Trilogia de Francis Ford Coppola (O Poderoso Chefão I, 1972; O Poderoso Chefão II, 1974; O Poderoso Chefão III, 1990). (07) 2001, uma odisseia no espaço (Stanley Kubrick, 1968). (08) Apocalipse Now (Francis Ford Coppola, 1979). (09) Psicose (Alfred Hitchcock, 1960). (10) Cidadão Kane (Orson Welles, 1941). (11) Deus e o diabo na terra do sol (Glauber Rocha, 1964). (12) Topázio (Alfred Hitchcock, 1969). (13) Lawrence da Arábia (David Lean, 1962). (14) Jango (Silvio Tendler, 1984). (15) Casablanca (Michael Curtiz, 1942). (16) Forrest Gump: o contador de história (Robert Zemeckis, 1994). (17) Butch Cassidy and the Sundance Kid (George Roy Hill, 1969). (18) O Grande Ditador (Charlie Chaplin, 1940). (19) Eles não usam Black-Tie (Leon Hirszman, 1981). (20) Os Sete Samurais (Akira Kurosaw, 1954). (21) O Resgate do Soldado Ryan (Steven Spielberg, 1998). (22) Os Bons Companheiros (Martin Scorsese, 1990). (23) O Desafio das Águias (Brian G. Hutton, 1968). (24) El Cid (Anthony Mann, 1961). (25) Estado de Sítio (Costa-Gavras, 1972). (26) O Franco atirador (Michael Cimino, 1978). (27) Prá Frente Brasil (Roberto Farias, 1982). (28) A Excêntrica Família de Antônia (Marleen Gorris, 1995). (29) Os Doze Condenados (Robert Aldrich, 1967). (30) Cantando na Chuva (Gene Kelly & Stanley Donen, 1952). (31) Doze Homens e uma Sentença (Sidney Lumet, 1957). (32) Os Pássaros (Alfred Hitchcock, 1963). (33) A Ponte do Rio Kwai (David Lean, 1957). (34) Fuga de Alcatraz (Don Siegel, 1979). (35) Sete Homens e um destino (John Sturges, 1960). (36) O Encouraçado Potemkin (Serguei Eisenstein, 1925). (37) Metrópolis (Fritz Lang, 1927). (38) O Homem Elefante (David Lynch, 1980). (39) Bem -Hur (William Wyler, 1959). (40) Doutor Jivago (David Lean, 1965).

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