sexta-feira, 21 de setembro de 2012

PESQUISA ELEITORAL CAMPINA FM/GRUPO 6SIGMA







Eu vou começar a análise da pesquisa CAMPINA FM/GRUPO 6SIGMA pelos dados da pesquisa estimulada. Neste item, assim como em outros, tivemos mudanças em relação ao levantamento anterior.




Em julho Romero Rodrigues era o 1º colocado com 23.9%, agora tem 37.1%, numa variação positiva de 13.2%. Este crescimento deve-se a dois fatores que considero porque nossa cultura política é fiel a eles.




Refiro-me, a participação da família Cunha Lima na campanha de Romero, com Ronaldo Fº não se contentando em ser o vice-que-só-está-ali-para-compor, e Cássio Cunha Lima cumprindo a função que dele se espera. Fato é que o guia eleitoral de Romero é melhor. Ele soube dosar o maior tempo, equilibrando a parte festiva com a do discurso. Sem contar, que pisada de bola mesmo só aquela do Tablet.




Romero é o que apresenta a maior variação (de 6.0% para cima) no quesito rejeição. Em julho ele era rejeitado por 9,4%, agora são 15,4%. Isso é aceitável, mas com a maior variação, é melhor não errar mais.




Primeira mudança é o avanço de Tatiana Medeiros. Em julho ela estava em 3º lugar com 14,8%, agora vem em 2º com 23,3%. Uma variação positiva de 8,5%, numa prova dos esforços de Veneziano para leva-la ao 2º turno.




O prefeito segue tendo sua administração bem avaliada quando somamos os que a tem como ótima e boa. Em Julho eram 45.2%, agora variou para 48.3%. Ou seja, Veneziano faz seu dever transferindo votos para Tatiana. A questão é se a fonte secou. Se ele ainda tem fôlego para transferir mais votos, ou se este potencial esgotou-se. Para chegar no 2º turno em condição de virar o jogo, Tatiana precisa arrecadar seus próprios votos.




Mas, aí ela enfrenta seu principal gargalo que é o fato de ser a candidata com maior rejeição. Em Julho eram 18.5% que não votariam nela. Agora são 22.6%. Ela está apenas a 4.4% do limite da rejeição que é de 27%. Tatiana precisa estancar essa variação. Pois, adianta pouco crescer 8.5% na pesquisa estimulada e 4.1% na rejeição. É como se para cada dois gols que ela fizesse, sofresse um.




Daniella Ribeiro é protagonista de outra mudança nas pesquisas. Em julho ela estava em 2º lugar com 22.3%, apenas 1.6% atrás de Romero. Agora caiu para 3º e aparece com 16.3%. Uma variação negativa de 6 pontos. Daniella ainda sofre com a questão de sua malfadada aliança com o PT. Perdeu seu vice-petista e adotou um que até agora não disse a que veio. Ela perdeu muito, inclusive a justiça eleitoral proibiu que o ex-presidente Lula aparecesse em seu programa.




 No início Daniella era uma animação só. Agora parece não ter mais forças. Além do mais, sua campanha comete muitos erros. O guia eleitoral não empolga e suas aparições públicas têm cada vez menos militantes. Sua estratégia deve ser redirecionada. Daniella atira nos alvos errados. Insiste em alcançar Romero, mas não percebe que Tatiana está à sua frente e que no 2º turno não há lugar para três candidatos.







Mais uma mudança foi a alternância dos 4º e 5º lugares. Em julho Guilherme Almeida aparecia em 4º com 5.9% e Arthur Bolinha, com 1.1%, em 5º. Agora, Arthur (com 2.8%) ultrapassou Guilherme que tem 2.4%. Este crescimento de Arthur deve-se ao fato dele ter conquista uma fatia do eleitorado que, como ele, não gosta de política. Seu discurso técnico-administrativo encanta os que acham que é possível viver sem a política.




Já Guilherme foi perdendo fôlego pelas dificuldades inerentes a uma candidatura vítima de suas próprias indecisões. Refiro-me aquelas dúvidas se sua candidatura era de oposição, situação ou independente. Guilherme não conseguiu encontrar o ponto certo entre um mundo ideal, que queremos, e um mundo real, que nem sempre desejamos.




Alexandre Almeida variou negativamente. Caiu de 1.5% para 1.1%. Mas isso não parece ser problema, já que sua prioridade é elogiar o prefeito Veneziano . Sizenando perdeu quase tudo que tinha em julho. Pudera as deficiências de sua campanha não permitem outra coisa.




Quanto a pergunta que não quer calar. Eu ainda não consigo ver a eleição terminando no 1º turno. Para que isso acontecesse Romero teria que capitar para si, por exemplo, todos os indecisos. Outra alternativa seria arrancar uns três ou quatro pontos de Tatiana e de Daniella. Algo que me parece improvável, até porque na altura do campeonato ganha muito quem perde pouco.




Da Série “40 E TANTOS MUITOS DISCOS QUE FIZERAM MINHA CABEÇA”

Da Série “40 E TANTOS MUITOS DISCOS QUE FIZERAM MINHA CABEÇA”
"THE DARK SIDE OF THE MOON" - PINK FLOYD (1973)

A LISTA DOS 40 E TANTOS MUITOS DISCOS

Para fazer esta seleção pensei numa “fórmula mágica” para evitar as dificuldades que só quem se mete a fazer as tais “listas dos melhores” enfrenta. Para não ter que arcar com o ônus da escolha/seleção, pensei em colocar todos os discos dos Beatles e pincelar com mais alguns de Pink Floyd & Rolling Stones, Chico, Caetano & Gil. Mas, seria muito casuísmo de minha parte! Assim, apresento a lista dos 40 discos que fizeram minha cabeça que servem para ouvir a qualquer hora e em qualquer lugar. Como diria Belchior, “não quero te falar das coisas que aprendi nos discos”, apesar de que estes aqui me ensinaram muito. A lista vem com um bônus +20, que são os que deveriam estar na lista dos “40 discos”, mas assim teria que retirar e colocar, colocar e retirar, enfim... 1) “The Dark Side of the Moon” - Pink Floyd (1973). 2) “Abbey Road” - The Beatles (1969). 3) “Boca Livre” - Boca Livre (1979). 4) “Highway 61 Revisited” - Bob Dylan (1965). 5) “The Freewheelin” - Bob Dylan (1963). 6) “Ópera do Malandro” - Chico Buarque (1979). 7) “Double Fantasy” - John Lenno/Yoko Ono (1980). 8) “Milk and Honey” - John Lenno/Yoko Ono (1984). 9) “The Concert in Central Park” - Simon & Garfunkel (1982). 10) “Pet Sounds” - The Beach Boys (1966). 11) “Atom Heart Mother” - Pink Floyd (1970) 12) “Electric Ladyland” - The Jimi Hendrix Experience (1968). 13) “Rattle and Hum” - U2 (1988). 14) “Brothers in Arms” - Dire Straits (1985). 15) “Cabeça de Dinossauro” - Titãs (1986). 16) “Getz/Gilberto” - João Gilberto, Stan Getz e Tom Jobim (1964). 17) “Then and Now” - The Who (1964-2004). 18) “90125” - Yes - (1990). 19) “Hoje” - Paralamas do Sucesso (2005). 20) “Some Girls” - Rolling Stones (1978). 21) “Exile on Main Street” - Rolling Stones (1972). 22) “Balada do asfalto & Outros Blues – Zeca Baleiro (2005). 23) “Revolver” - The Beatles (1966). 24) “Alucinação” - Belchior (1976). 25) “Era uma vez um home e seu tempo” - Belchior (1979). 26) “Meus caros amigos” - Chico Buarque (1976). 27) “Cinema Paradiso” - Ennio Morricone (1989). 28) “Antônio Brasileiro” - Tom Jobim (1994). 29) “Kind of Blues” - Miles Davis (1959). 30) “Back to Black” - Amy Winehouse (2006). 31) “Band on the Run” - Paul McCartney & Wings (1973). 32) “All Things Must Pass” - George Harrisson (1970). 33) “O descobrimento do Brasil” - Legião Urbana (1933). 34) “Luz” - Djavan (1982). 35) “Led Zeppelin IV” - Led Zeppelin (1971). 36) “Tropicália ou Panis et Circencis” - Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Nara Leão, Os Mutantes e Tom Zé (1968). 37) “A Night at the Opera” - Queen (1975). 38) “The Doors” - The Doors (1967). 39) “461 Ocean Boulevard” - Eric Clapton (1974). 40) “Cavalo de Pau” - Alceu Valença (1982). 1) “The Beatles (White Album) - The Beatles (1968) . 2) “Jobim Sinfônico” - Paulo Jobim/Mario Adnet (2002). 3) “Um banda um” - Gilberto Gil (1982). 4) “Cores, Nomes” - Caetano Veloso (1982). 5) “In The Mood!” - Glenn Miller (1943). 6) “Achtung Baby” - U2 (1990). 7) “Osvaldo Montenegro” - Osvaldo Montenegro (1980). 8) “Clube da Esquina” - Milton Nascimento & Lô Borges (1972). 9) “Fa-Tal - Gal a Todo Vapor!” - Gal Costa (1971). 10) “Pérola Negra” - Luiz Melodia (1973). 11) “Birth of the Cool” - Miles Davis (1957). 12) “Revoluções por Minuto” - RPM (1985). 13) “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band” - The Beatles (1967). 14) “The Velvet Underground & Nico” – The Velvet Underground (1967). 15) “Barcelona” - Freddie Mercury e Montserrat Caballé (1988). 16) “Money Jungle” - Duke Ellington, Charlie Mingus & Max Roach (2002). 17) “Little Creatures” - Talking Heads (1985). 18) “Aquarela do Brasil” - Gal Costa (1980). 19) “Mais” - Marisa Monte (1991). 20) “Outras Coisas” - Leila Pinheiro (1991).