terça-feira, 6 de outubro de 2026

OS PROGRAMAS SOCIAIS QUE LULA FEZ

Neste 2º turno importa bastante falarmos dos PROGRAMAS SOCIAIS REALIZADOS POR LULA e de quanto é importante mantermos esses programas no próximo governo.

Precisamos falar que só um governo como o de Lula tem compromisso em manter os PROGRAMAS SOCIAIS e de criar novos PROGRAMAS.

Também, temos que falar que Flávio Bolsonaro não tem compromisso algum em manter os programas sociais, pelo contrário ele vai acabar com eles como Jair Bolsonaro fez enquanto era presidente.



Também, importa pensarmos que NÃO FOI FLÁVIO BOLSONARO QUE CRESCEU NAS ÚLTIMAS HORAS ANTES DA VOTAÇÃO.

Na verdade, foi Lula que perdeu votos durante a votação porque muitos eleitores deixaram de ir às urnas. 

A diferença, portanto, estaria em quem deixou de comparecer às urnas. Em vez de uma arrancada de Flávio, o que teria acontecido foi uma perda de força de Lula entre eleitores que deixaram de comparecer às urnas.

O desafio de Lula no segundo turno é:

  1. Combater a narrativa de que houve uma “virada” de Flávio Bolsonaro.
  2. Combater a desmobilização.
  3. Elevar a rejeição de Flávio Bolsonaro.
  4. Disputar o discurso de mudança, que até aqui teria ficado mais associado à oposição.
Veja a matéria na Revista Fórum


Flávio não cresceu: Lavareda diz que Lula “perdeu para a abstenção” e explica “ilusão de ótica” no 1º turno - Revista Fórum

Algumas questões pontuais para se por em práticas nesses 20 dias de campanha:

A. Bater no atacado e no varejo em Flávio Bolsonaro, mas bater em um outro patamar, sem o moralismo cristão em defesa da pobre santa padroeira perseguida pelo diabo – deixa o bom mocismo para Luciano Huck.

B. Falar sobre o que Lula vai fazer em seu próximo governo para resolver as coisas mais prementes do dia-a-dia do povo brasileiro, pois devemos entender de uma vez por todas que a sociedade não tem maiores deveres ideológicos com o PT. 

C. Sinalizar claramente para os Faria Limer que Lula (e o PT) segue sendo social-democrata-liberal, preocupado em defender a economia de mercado, ainda que não deixe de lado as questões sociais e a luta contra a desigualdade. É preciso fazer uma espécie de Carta aos Brasileiros 2.0 endereçada ao mercado, a FIESP, aos bancos, enfim à burguesia. Inclusive, sugiro que Geraldo Alckmin vá entregar essa carta em mãos.

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